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Classificar os serviços que a empresa contrata

Toda empresa sabe quanto gasta com fornecedor de produto, porque produto tem código. Serviço não tem: a NFS-e descreve o que foi prestado em texto livre, escrito por quem emitiu. Por isso ninguém consegue somar por categoria, e por isso o custo fixo mensal costuma ser uma estimativa.

O problema é o texto livre

Na NFS-e, a discriminação do serviço é um campo aberto. O mesmo tipo de contratação chega escrito de dez maneiras: uma assinatura de software pode vir como licença de uso, plataforma, SaaS ou serviço de tecnologia da informação. O código de tributação ajuda pouco, porque ele existe para o ISS, não para a sua gestão.

Somar isso por categoria exige ler cada descrição. É trabalho de leitura, não de cálculo, e é onde o assistente entra bem.

Como pedir

  • Crie uma etiqueta Categoria do serviço com as opções software, consultoria, contabilidade, jurídico, marketing, manutenção, mão de obra e logística.
  • Liste as notas de serviço que recebi no semestre e proponha a categoria de cada uma.
  • Quais desses prestadores emitem para mim todo mês e quais foram contratação pontual?
  • Quanto somam as notas de serviço etiquetadas como software no período?
  • Qual prestador concentra o meu gasto com serviço?

A pergunta da recorrência é a que costuma dar o resultado mais imediato: prestador que aparece em doze competências seguidas é custo fixo, mesmo que ninguém tenha chamado de assinatura.

O custo fixo que ninguém tem escrito

Depois de classificar e separar o recorrente, você tem o número que o dono pede e quase nenhuma empresa consegue mostrar: quanto sai por mês, todo mês, em serviço contratado, e em quais categorias. É a base para renegociar contrato e para encontrar assinatura que ninguém lembra de ter contratado.

Serviço de tecnologia é o caso clássico: entra por prestador de fora, é pago no cartão da área, e só aparece na contabilidade como despesa avulsa. Pela NFS-e recebida, ele aparece com nome e valor.

Retenção entra na conta

O custo de um serviço contratado não é só o valor da nota. ISS, INSS, IRRF e CSLL retidos aparecem na própria NFS-e e mudam o que sai do caixa. Vale pedir o recorte por retenção nas notas de serviço junto da classificação, para a categoria mostrar o custo cheio.

Perguntas frequentes

Isso vale para nota de serviço que eu emito?

A classificação funciona nos dois sentidos. Nas notas que você emite, a mesma leitura serve para agrupar o que você vende por linha de serviço.

E o serviço que vem sem NFS-e?

O que não tem documento fiscal não entra. A análise cobre o que foi emitido contra o CNPJ da empresa e capturado pelo certificado, não o pagamento avulso sem nota.

A categoria fica salva onde?

Como etiqueta da nota, dentro do NotaGuard. Ela aparece na listagem, aceita correção manual e serve de filtro nos relatórios e nas perguntas seguintes.

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